Diferente do que muita gente imagina, comer no Japão nem sempre pesa tanto no bolso. Dependendo da cidade e do tipo de lugar que você escolhe, dá para almoçar bem gastando menos do que muita refeição comum no Brasil.
Isso fica ainda mais claro quando a gente compara preço com salário e praticidade. No Japão existe muita concorrência, cardápio enorme e restaurante rápido em praticamente qualquer bairro. Por isso, mesmo sem cozinhar todos os dias, ainda dá para economizar bastante.
Neste artigo quero deixar algumas dicas simples para quem quer comer bem no Japão sem gastar demais, seja morando lá ou só passando um tempo no país.

Restaurantes japoneses baratos
Entre as redes mais conhecidas e acessíveis estão Yoshinoya, Matsuya e Sukiya. São lugares ótimos para quem quer comer rápido, bem e sem complicação. Neles você encontra com facilidade pratos como gyudon, curry, soba, udon e outras receitas comuns do dia a dia japonês.
Na maioria dos casos, um prato simples costuma ficar entre 450 e 700 ienes. E o melhor é que não estamos falando de comida ruim ou improvisada. São redes populares justamente porque entregam preço baixo com uma refeição honesta.

Além dessas redes, existem milhares de restaurantes pequenos vendendo ramen, udon, soba, curry, gyoza e outros pratos por menos de 1.000 ienes, até mesmo em shopping. Muitos são extremamente rápidos e práticos. Em alguns, você escolhe o prato em uma máquina automática antes mesmo de sentar.
Até redes maiores, como McDonald's, costumam permitir uma refeição simples por menos de 600 ienes. E se a ideia for variar um pouco, também vale conhecer lugares com menus executivos e promoções de almoço.
Se você quiser se aprofundar nesse tipo de lugar, vale dar uma olhada nas minhas recomendações de restaurantes baratos no Japão.
Sushi e yakiniku sem exagerar no gasto
Se a vontade for comer sushi, os restaurantes de esteira continuam sendo uma opção popular. O problema é que, como os pratos parecem baratos individualmente, muita gente vai pegando um atrás do outro e só percebe o total no final. Não é difícil sair de lá gastando mais de 2.000 ienes.
Já para quem quer comer carne, alguns restaurantes de yakiniku oferecem rodízios ou combos em faixas bem acessíveis. Dependendo da promoção e do horário, dá para achar opções que valem bastante a pena.

Comidas de rua e lanches rápidos
Outra forma de economizar é apostar nas comidas de rua, lanches rápidos e refeições simples para comer em pé. Em vários lugares do Japão você encontra opções gostosas e baratas como nikuman, gyoza, takoyaki, okonomiyaki e yakitori.
Esses lanches ajudam bastante quando você quer comer algo gostoso sem transformar isso em uma refeição cara. Em bairros movimentados, estações e áreas comerciais, quase sempre aparece alguma opção interessante.
Obento e konbini salvam muito
Se a meta for economizar de verdade, poucas coisas batem um bom obento. Essas marmitas prontas podem custar menos de 400 ienes e são vendidas em mercados, estações, lojas de conveniência e várias ruas comerciais.
Os konbini também quebram um galho enorme. Neles você encontra lanches, karaage, nikuman, oden, sanduíches, doces, bebidas e refeições rápidas que resolvem muito bem o dia. Padarias japonesas entram nessa mesma lógica: costumam ser uma opção barata e prática para variar um pouco.

Onde costuma ficar mais barato
Em geral, fugir de bairros muito turísticos já ajuda bastante. Em vez de comer sempre nas áreas mais famosas, vale explorar ruas paralelas, estações menores e bairros residenciais. Quase sempre é ali que aparecem as melhores surpresas.
Também compensa prestar atenção nas promoções de fim de dia em mercados e no preço real das porções. Às vezes, cozinhar pode sair mais caro ou dar mais trabalho do que simplesmente comprar uma refeição pronta num lugar barato.
No fim, comer bem no Japão gastando pouco é mais fácil do que muita gente pensa. Basta entender onde procurar, quais redes valem a pena e como usar bem opções como obento, konbini e restaurantes populares. Se você já encontrou algum lugar barato por lá, sabe como isso faz diferença no orçamento da viagem ou da rotina.
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